As áreas entre os dentes — chamadas interproximais — têm maior risco de desenvolver cáries e gengivite, pois a escovação sozinha não consegue remover completamente o biofilme (placa bacteriana) que se acumula nesses espaços.

O fio dental é tão essencial quanto a escova de dentes; a diferença é que cada um atua em regiões específicas. A escova limpa a parte visível dos dentes, enquanto o fio alcança onde as cerdas não chegam, prevenindo tártaro, inflamações gengivais e cáries ocultas.

Se não for possível utilizá-lo a cada escovação, usá-lo ao menos uma vez por dia já faz uma grande diferença na prevenção de problemas bucais. Atualmente, existem várias opções no mercado para se adaptar às necessidades de cada pessoa:

  • Dentes muito próximos: prefira fios plásticos, como os de teflon ou nylon, que deslizam facilmente sem desfiar.

  • Dentes mais espaçados: fios encerados de tecido são ideais, oferecendo limpeza suave e eficiente.

  • Há também diferentes espessuras e até sabores, tornando o hábito mais agradável.

Quem não usa o fio regularmente pode notar pequenos sangramentos no início. Isso, na maioria das vezes, é consequência da inflamação causada pelo acúmulo de placa e resíduos. Com o uso frequente, a gengiva se fortalece e o sangramento tende a desaparecer. No entanto, se for intenso ou persistente, pode indicar problemas periodontais e requer avaliação profissional.

Lembre-se: consultas semestrais ao dentista são essenciais para manter a saúde bucal.
E nunca esqueça: o fio dental é o seu aliado invisível contra as doenças da boca!

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